Arquivos Mensais: setembro 2012

Veja quais são as regiões mais “infernais da Terra – Os 10 lugares mais quentes do planeta

Há gente que detesta o verão, mas há quem odeia o inverno e só fica satisfeito quando está um calor de rachar. Mas, e se o tempo for tão quente que ultrapasse os 40°C diariamente, atinja picos de até 60°C, em um lugar deserto, sem uma chuva sequer para refrescar? Selecionamos, abaixo, os dez lugares mais quentes do planeta, que podem fazer até os mais apaixonados pelo verão mudarem de ideia!

1. Dallol, Etiópia

Conhecida como o lugar habitado mais quente do mundo, a cidade situada no deserto de Danakil, na parte oriental do país, chega a registrar médias de temperatura máxima acima dos 41°C. Isso se deve também à proximidade com o Vulcão Dallol, onde as temperaturas diurnas chegam a 60°C. Lá, formações de minerais saem literalmente das entranhas da terra.

2. Wadi Halfa, Sudão

Localizada em uma região de muita pobreza no centro do deserto do Saara, na fronteira com o Egito, o local chega a atingir picos de calor, a temperaturas de quase 53°C. Chegar lá também não é fácil. É preciso pegar, em Cartum, um trem que passa pelas margens do rio Nilo e por muitas ruínas milenares. Não há hotéis na cidade, apenas alojamentos, e o clima extremamente seco recebe um reforço do vento constante e muito quente.

3. Vale da Morte, Califórnia, EUA

Reconhecido como um dos lugares mais quentes do mundo pela Organização Mundial de Meteorologia, o Vale da Morte fica no deserto de Mojave, próximo à divisa com o estado de Nevada. É lá, também, onde fica a maior fonte de borato do mundo, em uma mina a céu aberto. A temperatura máxima da região já chegou a 56,7°C.

4. Deserto Lut, Irã

Considerado o 25º maior deserto do mundo, o Lut está localizado no sudeste do Irã e já chegou a registrar temperaturas de superfície acima de 70 °C, medida pela Nasa. Também é marcado pelos lagos Dasht, que se estende para sul por cerca de 300 km.

5. Tirat Tsvi, Israel

Com temperaturas escaldantes, a cidade, pertencente à área de HaZafon, é o lugar mais quente da Ásia, com temperaturas que beiram os 54º C. A cidade funciona, também, como kibutz e se situa no Vale Beit Shean, a 10 km ao sul de Beit Shean, em Israel, e faz fronteira a oeste com o rio Jordão.

6. Timbuktu, Mali

Localizada no Mali, país do oeste africano, e nas proximidades do Rio Niger, a cidade foi fundada por volta de 1.100 para servir as caravanas que traziam sal das minas do deserto do Saara, em troca de ouro e escravos. Em 1.330, a região era parte do império do Mali e, dois séculos depois, passou a ser governada pelo império Songhay, fazendo de Timbuktu uma importante cidade universitária e capital religiosa, habitada por muçulmanos, cristãos e judeus. Também é famosa pelas altas temperaturas, que já chegaram a 54,4º C.

7. Queesland, Austrália

A temperatura já chegou a quase 69º C no estado australiano situado no nordeste do país, que ocupa mais de 20% da Austrália. Marcada por vastas florestas tropicais, com clima seco e semidesértico, a região atrai turistas do mundo inteiro todos os anos, graças às ilhas costeiras e à grande barreira de coral.

8. Turfan, China

Com calor de mais de 50º C, a área fica a noroeste da província chinesa de Xinjiang e é repleta de templos budistas em meio à paisagem desértica. O lugar, que também é um importante centro de comércio, é ainda conhecido como Tulufan. O oásis fértil é rodeado por montanhas, inclusive pelo vulcão Turfan.

9. Kebili, Tunísia

A cidade localizada no sul da Tunísia e capital da província homônima já chegou a registrar picos de 55º C. Também pudera, já que a região fica a beira de um oásis no deserto do Saara, a noroeste do Chott el Jerid e a nordeste do Chott el Fejaj. Com cerca de 100 mil tamareiras, é um dos principais centros comerciais da região.

10. Ghadames, Líbia

Dividida em duas partes – a antiga e a nova -, a cidade tem pouco mais de 15 mil habitantes e já chegou a registrar temperaturas de 55º C. Além de ter sido declarada Patrimônio Mundial pela Unesco, uma das principais atrações do local é o lago com água salgada que a circunda por cerca de 20 km, no distrito Nalut, a sudoeste de Trípoli, próximo às fronteiras com a Argélia e a Tunísia.

Foto do universo – Imagem mais distante do universo contempla cerca de 5.500 galáxias

A visão do homem em relação ao universo conseguiu ir um pouco mais longe. Isso graças a um trabalho de anos, que resultou na montagem da fotografia “mais distante” do espaço.

A foto na verdade é resultado da sobreposição de diversas imagens que o telescópio Hubble coletou ao longo da última década. Isso porque para capturar uma imagem tão distante, não basta apontar para determinado ponto. É necessário que a lente fique exposta por um longo tempo (no caso dez anos) para montar uma reprodução de determinada imagem do universo.

A imagem captou um espaço chamado “eXtreme Deep Field” (campo extremamente fundo, em tradução livre), que contempla cerca de 5.500 galáxias. No entanto, a maioria delas aparece de forma tão pequena na imagem que o olho humano não consegue detectar.

O mais curioso é que, nessa foto, a galáxia mais jovem de todas nasceu “apenas” 450 milhões de anos depois do Big Bang. Porém, na imagem também há galáxias com 13,2 bilhões de anos (cientistas estimam que o universo tem 13,7 bilhões de anos).

Fotos de pessoas dormindo nas ruas de Tóquio

Fascinado pela imagem de pessoas dormindo, o fotógrafo britânico Adrian Storey encontrou nas ruas de Tóquio um cenário ideal para seu trabalho.

Para Storey, seu trabalho, iniciado em 2006, é uma crônica de um dos aspectos mais “problemáticos” da sociedade japonesa.

Pelas ruas da capital japonesa, Storey encontrou pessoas com os mais diferentes perfis e dos mais variados estratos sociais dormindo pelas ruas.

Ele diz não ter detalhes das histórias pessoais de cada personagem de suas fotos, já que não esperou que as pessoas acordassem para conversar com elas.

Em sua maioria, diz Storey, os dorminhocos se aconchegam em qualquer canto por estarem “bêbados, exaustos ou terem perdido o último trem para casa”.

“Por um lado, é incrível que em uma cidade de 13 milhões de habitantes seja seguro o suficiente para as pessas dormirem nas ruas sem medo de serem roubadas ou de sofrerem outro tipo de violência”, observa o fotógrafo.

“Mas também há as questões do abuso do consumo de álcool, do excesso de trabalho, do afastamento da família e de comportamentos associados em outras culturas apenas pelos jovens”, diz.

Storey lamenta que as reações ao seu trabalho no Japão se concentraram exclusivamente na questão de quão seguras são as ruas de Tóquio. “O lado mais sombrio do projeto foi amplamente ignorado”, afirma.

Storey começou a fotografar os dorminhocos pelas ruas de Tóquio em 2006.

Ele pretende transformar em livro o projeto, batizado por ele de ‘Let the Poets Cry Themselves to Sleep’ (Deixem os Poetas Chorarem até Dormir, em tradução livre).

Animais e plantas em extinção – Veja fotos das mais ameaçadas do mundo

A Sociedade Zoológica de Londres e a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) divulgaram a lista dos 100 animais, plantas e fungos que estão mais próximos da extinção. Acima, o Soldadinho-do-araripe, pássaro do nordeste brasileiro. Foto: Ciro Albano

Cinco espécies brasileiras estão na lista. Entre elas, a preá Cavia intermedia (foto), considerada o mamífero mais raro do mundo, que vive em Santa Catarina. Foto: Luciano Candisani

O relatório, que se chama “Inestimável ou Sem valor?”, chama a atenção para a dificuldade de proteger espécies que não são consideradas “úteis”. Acima, o peixe australiano Scaturiginichthys vermeilipinnis. Foto: Adam Kerezsy

Os cientistas temem que não seja possível salvar as espécies porque não se considera que elas trazem benefícios óbvios para a sociedade humana. Na imagem, o macaco Rhinopithecus avunculus, do Vietnã. Foto: Le Khac Quyet/University of Colorado Boulder

“Todas as espécies listadas são únicas e insubstituíveis. Se elas desaparecerem, nenhuma quantia de dinheiro poderá trazê-las de volta”, diz Ellen Butcher, co-autora do levantamento. Na imagem, a Grande abertada indiana. Foto: Rahul Sachdev

A lista tem espécies de 48 países e foi compilada por 8 mil cientistas da UICN. Na foto acima, dois exemplares da borboleta brasileira Actinote zikani, ainda encontrada na região da Mata Atlântica de São Paulo. Foto: André Freitas

O inseto Risiocnemis seidenschwarzi (acima), similar à libélula, existe somente em uma área de 30 metros quadrados na ilha de Cebu, nas Filipinas, seu habitat original foi destruído por um fazendeiro que se mudou para o local e usava pesticidas regularmente. Foto: Reagan Villanueva

Jonathan Baillie, da Sociedade Zoológica de Londres, diz que os doadores para projetos de conservação e as próprias organizações conservacionistas tendem a pensar “o que a natureza pode fazer por nós?” ao priorizar projetos que ajudam espécies consideradas lucrativas. Na foto, o Hibiscadelphus woodii, encontrado no Havaí. Foto: Ken Wood

“Temos uma decisão moral e ética importante a tomar: essas espécies tem direito a sobreviver ou nós temos o direito de levá-las à extinção?”, diz Baillie. Na imagem, a Salamandra-imperador-pintada, natural do Irã, que é ameaçada pelo comércio ilegal de animais. Foto: R D Bartlett

O macaco Muriqui-do norte (foto), encontrado desde o sul da Bahia a parte do Paraná, é considerado o maior primata do continente americano, mas está ameaçado pelo desmatamento e pela caça ilegal. Foto: Andrew Young

O levantamento inclui os motivos pelos quais cada espécie está em perigo e o que pode ser feito pela comunidade internacional. Na ilha Maurício, existem menos de dez exemplares da planta Elaeocarpus bojeri, que produz as flores da imagem acima. Foto: Christopher Kaiser- Bunbury

O maçarico-bico-de-colher é a ave mais ameaçada do mundo, natural do nordeste da Rússia e sudeste asiático. Nos últimos dez anos, sua população caiu de 3 mil exemplares para menos de 100. Conservacionistas tentam fazer com que ela se reproduza em cativeiro. Foto: Baz Scampion

O Albatroz-de-Amsterdam, natural da ilha de Amsterdam, no oceano Índico, é vítima de uma doenças e da captura acidental durante a pesca no local. A introdução de gatos de rua na ilha também contribuiu para que hoje sua população tenha menos de 100 exemplares. Foto: Eric van der Vlist

O sapo do Rio Pescado, encontrado no sudoeste do Equador, é vítima da expansão da agricultura na regiçao e da infecção fatal quitridiomicose, que afeta anfíbios. Foto: Eduardo Toral-Contreras

Cabelo moicano de 1 metro de altura – O designer Kazuhiro Watanabe entrou para o livro dos recordes (Guinness Book)

Kazuhiro Watanabe posa para foto em Nova York (Foto: Adrees Latif/Reuters)

Com um moicano de quase 1 metro de altura, o designer de moda Kazuhiro Watanabe entrou para o livro dos recordes (Guinness Book). O japonês posou para fotos nesta quarta (12) durante o lançamento da edição de 2013 do livro em Nova York.

O japonês tenta sair do carro sem desmanchar o penteado (Foto: Adrees Latif/Reuters)

Kazuhiro Watanabe posa para foto em Nova York (Foto: Adrees Latif/Reuters)

Leopardo faminto – Felino captura ave durante voo em parque da África

Sustentado só pelas patas traseiras, leopardo devora ave em meio a outros cinco pássaros (Foto: Caters)

Um leopardo faminto foi mais rápido que o reflexo de uma ave e conseguiu pegá-la durante o voo no Parque Transfronteiriço de Kgalagadi, que cruza os territórios de Botswana e da África do Sul.

O felino se equilibrou apenas nas patas traseiras para agarrar a presa, um macho da espécie cortiçol-malhado (Pterocles burchelli). O banquete foi presenciado por outros cinco pássaros, que escaparam por pouco. O flagra foi feito pelo fotógrafo Matt Profeta, de 37 anos.

Na natureza, os leopardos têm a fama de serem predadores ágeis e sorrateiros, dispostos a matar e comer qualquer animal que consigam caçar, desde uma ave pequena até um bicho de 90 kg – que são capazes de matar a fome do mamífero por apenas algumas horas.

Os cortiçóis habitam ainda outros países africanos, como Angola, Namíbia, Zâmbia e Zimbábue. São conhecidos por seu canto e pelas aparições em bandos de até cem indivíduos.

Essas aves dependem de fontes de água para viver e migram por toda a África e Ásia em busca de novos reservatórios após o período de chuvas.

Fotógrafo africano capta silhueta de animais em parques ecológicos


O fotógrafo zimbabuano Brendon Cremer mostra a silhueta dos maiores e principais animais de parques ecológicos africanos em suas fotos.

Cremer escolheu as primeiras horas da manhã e o entardecer para conseguir flagrar apenas as silhuetas dos animais com o belo céu africano ao fundo.

Cremer precisou de cinco anos de planejamento para conseguir estas fotos.

“Saio muito para fazer fotos, mas oportunidades para fazer fotos como estas não surgem com frequência. É preciso um tempo longo para planejar, mas fico muito satisfeito quando vejo os resultados finais”, afirmou o fotógrafo

Para Brendon, as fotos feitas nestas horas do dia “oferecem a sensação de calor com as cores vivas do nascer do sol e do entardecer”

Nas imagens é possível ver detalhes capturados contra a luz, como no caso desta árvore, onde se pode ver as folhas de cada galho contra o Sol.

Cremer, de 31 anos, tem interesse especial em fotografia e vem se especializando desde a adolescência

Animais selvagens e raros podem vistos em momentos descanso ou pastando na savana, sem perceber a presença do fotógrafo.

O fotógrafo trabalhou em um parque nacional onde estudou a vida selvagem africana, de plantas e insetos a aves e mamíferos.

Além de fotógrafo, Cremer também é guia de parques nacionais, conservacionistas e responsável por safáris fotográficos.

Imagens microscópicas mostram insetos vampiros

Conheça os insetos vampiros. Graças à microfotografia, é possível ver os detalhes destes bichos que se alimentam de sangue. Esta mosca listrada (Tabanus lineola) é encontrada em partes dos Estados Unidos e no Golfo do México. Nesta espécie, a fêmea é quem pica. Os machos são inofensivos. (Foto: SPL / Barcroft Media /Sinclair Stammers)

Este carrapato está de barriga cheia depois de se alimentar de uma ovelha. Para se conseguir este nível de detalhamento, foi feita uma foto eletrônica colorida digitalmente. (Foto: SPL / Barcroft Media /Sinclair Stammers)

A fotografia captou um momento íntimo, quando dois percevejos-de-cama acasalavam. Eles se alimentam de sangue humano e causam machucados na pele e reações alérgicas. (Foto: SPL / Barcroft Media /Sinclair Stammers)

O nome impõe medo. O chamado “inseto assassino” se encontra em várias partes do mundo e tem uma picada dolorosa. Ele injeta a saliva em suas presas. O líquido corrói os tecidos, mata a presa e faz uma pré-digestão, antes de o inseto de alimentar. (Foto: SPL / Barcroft Media /Sinclair Stammers)

A mosca tsé-tsé (Glossina fuscipes fuscipes) é encontrada na África tropical. O sangue perdido é o menor dos males. Ela transmite a doença do sono, enfermidade que pode ser fatal. (Foto: SPL / Barcroft Media /Sinclair Stammers)

Vista tão de perto, esta pulga parece ameaçadora, mas ela não ataca humanos, prefere o sangue do morcego-anão. (Foto: SPL / Barcroft Media /Sinclair Stammers)

Conhecido como mosquito tigre, o Aedes albopictus é responsável por várias doenças, entre elas dengue, febre amarela e o vírus do oeste do Nilo. Originário das áreas tropicais e subtropicais da Asia, este inseto se espalhou por vários países do mundo. (Foto: SPL / Barcroft Media /Sinclair Stammers)

A foto mostra uma pulga de areia macho na pele do seu hospedeiro. (Foto: SPL / Barcroft Media /Sinclair Stammers)

O piolho-caranguejo infesta os seres humanos e se alimenta exclusivamente de sangue. Também é conhecido por piolho-da-púbis, por conta da região em que costuma se hospedar. (Foto: SPL / Barcroft Media /Sinclair Stammers)

Esta foto captou o momento exato em que um mosquito se alimenta de sangue humano. (Foto: SPL / Barcroft Media /Sinclair Stammers)