Arquivos Mensais: outubro 2012

Fotos de animais esquisitos


A lagartixa da espécie Uroplatus fimbriatus é encontrada nas florestas tropicais de Madagascar. Ela pode chegar a 30 centímetros de comprimento. Como não tem pálpebras, ela usa a língua para remover a poeira dos olhos.

A da espécie Centrolenidae é conhecida como rã de vidro porque tem a pele quase transparente. Ela vive em florestas úmidas da América Central e do Sul.

A Aye-aye é uma espécie de lêmure com olhos saltados e grandes orelhas. Ela vive nas florestas de Madagascar e usa o longo dedo médio para retirar larvas dos troncos de árvores ocas.

O Axolotl é uma espécie de salamandra mexicana que não se desenvolve. O nome é de origem asteca e significa monstro aquático.

O Társio é um dos menores primatas do mundo. Ele mede apenas 13 centímetros e traz os olhos grandes e arredondados como seu grande diferencial. O animal também tem habilidades ultrassônicas. Ele consegue produzir e ouvir sons que fogem do alcance da audição humana.

A Giraffa Trachelophorus é uma espécie de inseto encontrado em Madagascar. Ela tem esse nome por causa do pescoço estendido, parecido com o da Girafa. O pescoço auxilia o inseto na construção de ninhos.

A lagartixa da espécie Uroplatus phantasticus tem uma cauda parecida com uma folha para se camuflar na floresta. Conhecida como lagartixa satânica, ela só é encontrada em florestas não perturbadas porque é muito sensível à destruição do habitat.

A Tartaruga-de-casco-mole é uma espécie que, além de não ter o caso rígido, usa o nariz comprido para respirar quando fica sem fôlego. Assim, ela não precisa tirar a cabeça da água e fica mais protegida contra os predadores.

O Macaco-narigudo vive em mangues em Bernéu, uma ilha da Ásia. Na época de acasalamento, ele emite um som com seu nariz grande e flexível. Porém, essa espécie corre risco de extinção.

O Pangolim é um mamífero com aspecto de réptil que vive nas zonas tropicais da Ásia e da África. Ele se transforma em uma bola sempre que se sente ameaçado por algum predador.

O Blobfish é um peixe raramente encontrado vivo. Ele vive nas águas profundas do mar da Austrália e da Tasmânia. Sua consistência é gelatinosa e ele tem densidade levemente menor do que a da água.

O dragão-marinho é um animal que se camufla para se salvar dos predadores nos mares do Oceano Índico. As nadadeiras e o seu modo de nadar fazem o animal parecer com um pedaço de alga flutuante.

Imagens do universo – Observatório Europeu faz 50 anos

Imagem feita a partir de 200 horas de exposição mostra a região entre as constelações de Sagitário e Escorpião. A foto é um mosaico feito a partir de 1,2 mil exposições desta área do espaço. Foto: ESO/T. Preibisch

Essa é a nebulosa de Hélix captada por uma câmera astronômica acoplada ao telescópio ESO, no Chile. A cor azulada é resultado da exposição de átomos de oxigênio à radiação ultravioleta de uma estrela e ao calor de seus gases. Foto: ESO

Este rosto fantasmagórico é formado pelo aglomerado estelar NGC 2467 e região ao redor, ao sul da constelação de Puppis. O local é considerado um berçário de estrelas. Foto: ESO

As observações do instrumento FORS2 captaram essa explosão de uma supernova a cerca de 6 mil anos-luz – que teria acontecido no ano de 1054. A cor verde é produzida por hidrogênio, o azul, por elétrons energizados. Foto: ESO

O FORS2 também compôs esta imagem da nebulosa “Cabeça de Cavalo” e suas regiões adjacentes. Para formar a foto acima, três imagens foram fundidas. O telescópio Kuyen funciona em Paranal, no Chile. Foto: ESO

A região NGC 2264 aparece ao lado das “bolhas” azuis do agrupamento estelar conhecido como “Árvore de Natal”. A imagem foi criada com dados obtidos por meio de quatro diferentes filtros do telescópio ESO. Foto: ESO

Esta é a fábrica de estrelas batizada de Nebulosa Trifurcada. O local será berço de novas estrelas no futuro. A imagem foi capturada no observatório de La Silla, no Chile. Foto: EPA/ESO

Este é o sul da região conhecida pelos cientistas como N44 H II, localizada na Grande Nuvem de Magalhães; a cor verde indica a existência de altas temperaturas. Foto: ESO

A galáxia espiral NGC 253 fica a 13 milhões de anos-luz da Terra. Esta imagem foi capturada um instrumento do telescópio de La Silla, no Chile. Foto: ESO

O panorama espetacular mostra as imediações da estrela Wolf-Rayet, WR 22, na nebulosa de Carina (dir.) e da estrela Eta Carinae (esq.). A imagem também foi composta a partir de La Silla, no Chile. Foto: ESO

Observações desta galáxia, a NGC 4945, indicam que ela é bastante parecida com a Via Láctea, com seus braços espirais luminosos e um centro em forma de barra. Os locais em rosa claro são onde nascem novas estrelas. No centro, provavelmente, se encontra um enorme buraco negro. A NGC 4945 fica na constelação de Centauro, a 13 milhões de anos-luz. Foto: ESO

Esta imagem espetacular da galáxia NGC 1232 foi capturada em 21 de setembro de 1998, durante um período de boas condições de observação. Na área central estão estrelas mais velhas, enquanto os braços do espiral contêm estrelas novas, de cor azulada, além de berçários. Foto: ESO

Anéis de Saturno – Imagem inédita traz “close” dos anéis do Planeta


Cassini seguirá pesquisando Saturno até ao menos 2017

Uma nova imagem recém-divulgada pela espaçonave Cassini, da Nasa, traz detalhes dos célebres anéis de Saturno e do lado sul do planeta.
A imagem foi registrada em junho quando o veículo espacial estava a 2,9 milhões de quilômetros de Saturno – o segundo maior planeta do sistema solar, menor apenas que Júpiter.

As câmeras da Cassini registraram o lado sul, mal iluminado, dos anéis. A imagem foi registrada quando a sonda fazia uma trajetória de cerca de 14 graus abaixo dos anéis.

Os anéis lançam uma vasta sombra sobre a superfície do planeta.

A composição dos anéis mistura gelo, poeira e material rochoso.

Ponto minúsculo

A imagem mostra a lua de Encélado, de 504 quilômetros de diâmetro, que parece um ponto minúsculo ao lado esquerdo do enorme planeta. Saturno possui ao menos 60 luas.

A missão da Cassini, orçada em US$ 3,2 bilhões (cerca de R$ 6,5 bilhões), foi lançada em 1997, e a nave espacial vem estudando o planeta desde 2004, quando começou a orbitar em torno dele.

Em 2004, a sonda Huygens se separou da Cassini e alcançou a maior lua de Saturno, Titã, em janeiro de 2005.

Encélado e Titã são satélites de grande interesse científico, uma vez que contam com água no formato líquido a pouca profundidade de sua superfície. E possuem ainda gêisers, que lançam água vaporizada.

Titã possui muitas características mais próprias de um planeta do que de um lua. Além da Terra, ela é o único corpo celeste que possui uma atmosfera densa e cheia de nitrogênio, se assemelhando a uma Terra primitiva. Por isso, muitos cientistas acreditam que ela seria capaz de abrigar alguma forma de vida.

A Cassini continuará pesquisando Saturno até, pelo menos, 2017.