Arquivos Mensais: novembro 2012

Corpo humano – Veja 12 imagens com várias características interessantes do corpo humano


1 – Um bilhão de células do corpo devem ser substituídas a cada hora.

2 – O olho humano consegue diferenciar 500 tons de cinza.

3 – O fêmur humano é mais forte do que o concreto.

4 – O coração humano produz uma pressão tão forte capaz de jorrar sangue a 9 metros de distância. Além disso, o coração das mulheres bate mais rápido do que o dos homens. Em média, o coração bate 100.000 vezes por dia.

5 – Os olhos humanos são do mesmo tamanho desde o nascimento. No entanto, o nariz e a orelha nunca param de crescer.

6 – A tosse sai da boca em uma velocidade média de 96,5 km/h. Por sua vez, um espirro pode ultrapassar a velocidade de 160 km/h.

7 – Os pelos do corpo com maior velocidade de crescimento ficam na barba. Ela cresce cerca de 30 metros durante a vida do homem.

8 – Os olhos de bebês não produzem lágrimas até que eles alcancem no mínimo seis semanas de vida.

9 – O cabelo é feito da mesma matéria que as unhas.

10 – O sorriso é a expressão facial usada com mais frequência. O riso pode usar de 5 a 53 músculos faciais.

11 – Uma em cada 20 pessoas tem uma costela extra.

12 – O sangue humano viaja cerca de 96.540 km por dia pelo corpo.

Pitty lata – Cachorro nasce com mancha no formato do numeral 1

Um cachorro de apenas 29 dias de vida surpreendeu uma família em Salvador desde que foi adotado, na segunda-feira (26), dia em que chegou à nova casa, no bairro de Itapuã, na orla da capital baiana. “Pitt“, como foi apelidado, nasceu com uma mancha no formato do numeral um no pelo.

“Eu achei que era sujeira, aí comecei a esfregar, passar produtos para limpar, mas ele começou a choramingar e nada do número sair. Aí a gente viu que era uma pinta, mesmo”, conta a dona do animal, Rosa Maria Carvalho.

Pitt, que ganhou esse nome em homenagem ao ator americano Brad Pitt, chegou à casa da funcionária pública doado por um amigo dela. O animal foi adotado junto com a irmã, a cadela Bela, que é preta com manchas brancas, mas não tem a mesma marca inusitada.

“É bem característico, bem claro. Todo mundo ficou muito impressionado”, conta Carla Carvalho, filha de dona Rosa e uma das donas do animal, que relatou o caso.
Segundo ela, os dois animais nasceram em um abrigo de Salvador. “A gente viu no o caso do cachorro que nasceu com um sinal em forma de coração, aí resolvemos mostrar Pitt às pessoas”, conta.

Os pelos mais escuros, que contrastam com o restante do corpo do animal, nascem com a coloração diferente desde a raiz. Com o morador ilustre recém-chegado, a família de dona Rosa Maria tem dedicado a ele todas as atenções e mimos. “Como ele é uma mistura de pit bull com vira-lata, a gente chama ele de Pitty lata“, brinca Carla Carvalho.

Foto do planeta “órfão” chamado CFBDSIR2149-0403

Astrônomos baseados no Havaí e no Chile descobriram um planeta “órfão” vagando pelo espaço sem estar ligado à órbita de um astro, a cem anos-luz de distância da Terra.

Os cientistas dizem que pesquisas recentes têm demonstrado que esse tipo de planeta pode existir com muito mais frequência no cosmos do que se pensava.

Eles também são conhecidos como planetas “interestelares” ou planetas “nômades” e têm sido definidos como objetos de massa planetária que foram expulsos dos seus sistemas ou nunca estiveram gravitacionalmente ligados a nenhuma estrela.

Embora haja cada vez mais interesse dos astrônomos no assunto, exemplos de planetas “órfãos” são difíceis de serem encontrados, o que torna a recente descoberta mais importante.

O planeta, chamado de CFBDSIR2149-0403, é tema de um artigo que deve ser publicado no periódico científico Astronomia e Astrofísica.

Mas até agora sabe-se muito pouco sobre a intrigante descoberta. Além de estimar sua distância da Terra, considerada muito pequena, os cientistas acreditam que o “órfão” seja relativamente “jovem”, tendo entre 50 e 120 milhões de anos.

Estima-se que ele tenha temperatura de 400ºC e massa entre quatro a sete vezes a de Júpiter.

Intrigantes

Ainda que os astrônomos acreditem que os planetas “órfãos” sejam mais comuns do que se pensava, as teorias em torno da origem deste tipo de massa planetária que “vaga” pelo espaço ainda são intrigantes.

Acredita-se que eles possam se formar de duas maneiras: de forma semelhante aos planetas que estão conectados a astros, surgindo a partir de um disco de poeira cósmica e restos de massa, mas que, em vez de serem integrados a um sistema (assim como a Terra é parte do Sistema Solar, gravitando em torno do Sol), são expulsos da órbita de uma estrela.

A segunda explicação aponta que eles podem se formar como se fossem um astro, mas nunca chegam a atingir a massa total de um astro normal.

De qualquer forma, eles acabam livres da atração gravitacional a uma estrela, vagando livremente pelo cosmos, o que torna sua identificação muito difícil.

Grupo

Uma equipe internacional organizou uma verdadeira “caçada” por esse tipo de planeta usando o Telescópio Canadá-França no Havaí e o Very Large Telescope (VLT), ou Telescópio Muito Grande, em tradução livre, localizado no Chile. Encontraram apenas este exemplar.

“Esse objeto foi descoberto durante uma varredura que cobriu uma área equivalente a mil vezes uma lua cheia”, disse Etienne Artigau, da Universidade de Montreal.

“Nós observamos centenas de milhões de estrelas e planetas, mas só conseguimos encontrar um planeta ‘órfão’ em nossa vizinhança”, acrescenta.

Mas algo que pode ser crucial é o fato de que o CFBDSIR2149-0403 parece estar se movendo ao lado de um grupo de objetos celestiais itinerantes muito semelhantes a ele, já classificado pelos cientistas como “Grupo itinerante AB Doradus”.

São cerca de 30 estrelas basicamente da mesma composição que podem ter se formado na mesma época.

Este dado pode ajudar a esclarecer mais detalhes, mas a origem do CFBDSIR2149-0403 continua intrigando as duas equipes: ele teria se formado a partir do que seria uma estrela ou foi um planeta expulso de casa?

Philippe Delorme, do Instituto de Planetologia e Astrofísica de Grenoble, na França, diz que caso a segunda teoria seja verídica, isso implicaria na existência de muitos outros planetas semelhantes ao recém-descoberto.

“Se este pequeno objeto é um planeta que foi expulso de seu sistema nativo, ele sugere a ideia surpreendente de mundos órfãos, vagando pela imensidão do espaço”.

Em maio de 2011, em descoberta publicada na revista Nature, outro grupo de astrônomos encontrou dez planetas de característica semelhante, que não se conectavam a nenhum sistema solar, o que fez o grupo também acreditar que pode se tratar de um fenômeno relativamente comum.

Tubarão branco – Fotógrafo brasileiro, Daniel Botelho, mergulha sem proteção ao lado de tubarões brancos


O fotógrafo Daniel Botelho tem chamado atenção no Brasil e no exterior com a divulgação de seu último trabalho subaquático. As fotos do brasileiro mostram o resultado de mergulhos sem gaiola de proteção ao lado de nada menos que seis tubarões-brancos. A aventura ocorreu há duas semanas na Ilha de Guadalupe, no Caribe.

Não foi a primeira vez que Daniel ficou cara a cara com uma das espécies mais temidas da natureza. Ele já esteve ao lado de 40 tubarões, em um mergulho na África do Sul. Foi nesse país, na cidade de Gansbaai, que em 2006 ele teve seu primeiro contato com tubarões sem o uso da gaiola de proteção.

Dali pra frente, sem levar nenhum arranhão, ele conseguiu provar com suas fotografias que a ferocidade do tubarão-branco foi estigmatizada pelo clássico filme de Steven Spielberg (“Tubarão”, de 1975), e que seguindo uma série de procedimentos o mergulho ao lado dos tubarões pode ser seguro.

“O mais importante é conhecer o comportamento do animal, observar como está o humor dos tubarões”, afirma Botelho. Além desta premissa básica, o fotógrafo alerta para outros procedimentos, como jogar pouca isca antes do mergulho para não agitar o animal e atiçar sua agressividade por comida.

A experiência também trouxe outros conhecimentos importantes, como a preferência dos tubarões por certos tipos de peixes usados como isca. “Ao jogar sardinha e pescada, os animais se mantêm calmos. Ao alimentá-los com atum, os tubarões ficam mais agitados.”

O contato visual é de extrema importância durante os mergulhos com estes “animais curiosos”, como Botelho classifica as quatro temidas espécies de tubarões: tigre, branco, cabeça chata e galha-branca-oceânico. A dica do mergulhador é nunca dar as costas para o animal. “O que eu vejo não é perigoso, o perigo está no que eu não vejo”. É dessa maneira e com apoio de outros mergulhadores que Daniel consegue acompanhar o comportamento dos tubarões. Caso sinta algum perigo, ele pode se afastar ou então recorrer à gaiola de apoio.

A sua busca por grandes animais o colocou em algumas situações de risco. Em uma delas, ao se aproximar de um filhote de baleia franca de quase 30 toneladas, quase foi prensado contra a sua mãe, uma baleia que pesava até 80 toneladas.

O próximo encontro de Daniel Botelho com os temidos animais vai ser no Havaí, onde vai mergulhar e fotografar tubarões tigres.

Foto mostra lagartas em fila


Um vídeo publicado na internet mostra dezenas de lagartas andando em uma “caravana”. As imagens mostram as larvas em fila, uma atrás da outra.

Assista ao vídeo.

Aranhas caranguejeiras – 9 espécies habitam árvores em diferentes regiões do Brasil

Uma fêmea da caranguejeira ‘Typhochlaena costae’
(Foto: Reprodução/’ZooKeys’)

Um pesquisador do Instituto Butantan, sediado em São Paulo, descobriu nove espécies novas de aranhas caranguejeiras brasileiras, naturais de vegetações de Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga. O estudo com a descrição dos animais foi publicado na última semana no periódico “ZooKeys”.

Aranha ‘Typhochlena curumim’, encontrada na Paraíba, segundo o estudo (Foto: Reprodução/’ZooKeys’)

As espécies, pertencentes a três gêneros distintos, são Typhochlaena amma, Typhochlaena costae, Typhochlaena curumim, Typhochlaena paschoali, Pachistopelma bromelicola, Iridopelma katiae, Iridopelma marcoi, Iridopelma oliveirai e Iridopelma vanini.

Uma fêmea da aranha caranguejeira ‘Typhochlaena amma’
(Foto: Reprodução/’ZooKeys’)

As caranguejeiras são encontradas em áreas do Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste brasileiros, segundo o aracnólogo Rogério Bertani, pesquisador do Butantan e responsável pelo achado. Ele ressalta que os animais têm hábitos arborícolas, isto é, vivem em árvores e plantas.

Algumas espécies são bem pequenas. “Dá para dizer que são as menores [caranguejeiras] arborícolas do mundo”, disse Bertani. Um dos três gêneros tem características antigas, o que torna algumas das aranhas “quase relíquias”, na visão do cientista. “São remanescentes. É como algo que sobreviveu ao tempo.”

Duas das novas espécies vivem dentro de bromélias, comportamento raro em aracnídeos deste tipo, informa o pesquisador. Como as espécies são coloridas e chamativas, ele teme pelo impacto do tráfico de animais.

Apesar de não haver pesquisas que mostrem que as espécies estão ameaçadas, algumas delas são raras e podem correr risco de desaparecer, segundo o cientista. Ele aponta fatores que reforçam o risco, como a dependência de vegetação, já que as aranhas são arborícolas; a destruição dos habitats naturais, que sofrem há anos com o desmatamento; e o fato de os animais viverem em áreas específicas, com distribuição limitada pelo território brasileiro.

Para Bertani, a descoberta das novas espécies é importante para mostrar que existe uma grande fauna na Mata Atlântica e no Cerrado, que precisa ser melhor estudada por ser pouco conhecida.
As caranguejeiras brasileiras possuem veneno, em geral, mas não são consideradas peçonhentas porque o efeito é fraco para as pessoas. A aranha usa a substância para capturar insetos e outros pequenos animais usados em sua alimentação.