Arquivos Mensais: janeiro 2013

Caça a rinoceronte aumenta na África do Sul

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Números divulgados pelo governo da África do Sul indicam que a caça aos rinocerontes teve um aumento significativo em 2012. Acima, um pesquisador do Zimbábue retira o chifre de um rinoceronte. Todas as fotos: WWF

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Apenas no ano passado, 668 rinocerontes foram mortos para a extração dos chifres, um número recorde e aumento de 50% em relação a 2011. A maioria deles foi morta no Parque Nacional Kruger, a maior reserva de vida selvagem do país. Acima, o rinoceronte branco.

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A África do Sul abriga cerca de três quartos da população de rinocerontes do mundo, que chega a um total de 28 mil animais. Em 2007 apenas 13 deles foram mortos por caçadores. Desde então, a caça aumentou. Acima, uma rinoceronte fêmea em Natal, que sobreviveu à retirada de seu chifre com uma serra elétrica.

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Especialistas afirmam que a demanda crescente pelos chifres do animal na Ásia está fazendo com que o número de rinocerontes mortos aumente. Acima, fatias de chifre de rinocerontes vendidas em uma loja de Kyoto, no Japão.

A matança dos animais está ocorrendo devido à crença de que o pó do chifre de rinoceronte tem poderes medicinais e pode ser usado em casos de câncer, comum em países como China e Vietnã. O quilo de chifre pode ser vendido por até US$ 65 mil.

Grupos criminosos foram atraídos pelo dinheiro envolvido no comércio dos chifres. Estes grupos usam tecnologia sofisticada para capturar os animais. Acima, os chifres de rinocerontes e fotos de caçadores presos, Parque Nacional Kaziranga, Assam, Índia.

O governo da África do Sul tentou uma reação ao aumento das mortes de rinocerontes usando soldados e aeronaves para vigilância. Mas os números de 2012 indicam que as medidas não surtiram efeito. Acima, um rinoceronte negro capturado para ser levado para projeto de proteção no Parque de Hluhluwe-iMfolozi, África do Sul.

Segundo o relatório recente da rede de monitoramento de vida selvagem TRAFFIC, os rinocerontes da África do Sul estão passando por uma crise devido à caça ilegal que está gerando o declínio da população. Acima, o transporte de um rinoceronte no Parque Hluhluwe-iMofolozi.

‘Rinocerontes estão sendo mortos, seus chifres arrancados e os animais são deixados para sangrar até morrer, tudo pelo uso fútil dos chifres como cura para ressaca’, afirmou Sabri Zain, da TRAFFIC. Acima, um rinocerante sendo transportado para uma nova reserva, como parte do programa de conservação da WWF.

Desde o início de 2013 outros cinco rinocerontes foram mortos, segundo o governo da África do Sul. Mas, o problema não ocorre apenas no país africano. Acima, um crânio de rinoceronte.

A Índia abriga mais de 2,2 mil animais, em áreas protegidas como a reserva kaziranga. Mas, mesmo com cerca de 900 guardas-florestais armados patrulhando durante 24 horas (foto acima), os caçadores ainda matam os animais. Em 2012, em todo o país, 18 deles foram mortos, dez a mais do que em 2011.

Fotógrafo brasileiro captura belezas escondidas em mares tropicais

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O fotógrafo Marcelo Krause lançou seu segundo livro, mostrando o fundo dos oceanos em lugares como Indonésia, Brasil, Nova Guiné, Galápagos, entre outros. Acima, uma barracuda. Apesar dos dentes assutadores, elas não apresentam perigo para os mergulhadores e são raros os casos de ataques contra humanos. A grande-barracuda, ‘Sphyraena barracuda’, é a maior espécie da família.

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Os caranguejos-ermitões, como este ‘Dardanus pedunculatus’, possuem o abdômenm exposto, macio e apetitoso para os peixes. Ele também é espiralado, o que lhe facilita inserir-se na concha de um molusco, que os ermitões então usam e carregam para se proteger.

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O camarão-agachado, ‘Thor amboinensis’, é uma das espécies marinhas que podem ser encontradas em todos os oceanos tropicais do planeta. Quando excitado, estica sua cauda toda para cima e a balança de um lado para o outro. Essa espécie, apesar de viver em anêmonas, não é limpadora como os outros camarões que ganham a vida retirando parasitas de peixes.

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Quando não estão se alimentando, as tartarugas-verdes, ‘Chelonia mydas’, passam a maior parte do tempo descansando ou dormindo no fundo. A cada 40 minutos, aproximadamente, elas precisam nadar até a superfície para respirar. Esta tartaruga verde da Papua Nova Guiné está acordando e preparando-se para subir.

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Um camarão-de-coleman, ‘Periclimenes coleman’i, em sua casa, sobre o ouriço-de-fogo, ‘Asthenosoma varians’. O camarão encontra proteção entre os espinhos do ouriço. A área onde o camarão-de-coleman está não possui espinhos, pois o camarão corta alguns deles para fazer um ninho onde se aloja.

Erupção solar – Sonda da Nasa flagra fenômeno com 20 vezes o diâmetro da Terra

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Uma sonda da agência espacial americana (Nasa) captou uma erupção solar de “pequenas proporções” com 20 vezes o diâmetro da Terra. O evento ocorreu nesta segunda-feira (31) e durou quatro horas.

Acima, aparece uma imagem em escala do nosso planeta, para dar uma noção do tamanho da erupção solar, que se estendeu por mais de 257 mil quilômetros além do Sol.

Como identificou a sonda Solar Dynamics Observatory em luz ultravioleta extrema, forças magnéticas impulsionaram o fluxo de plasma do Sol, mas sem força suficiente para vencer a gravidade, razão pela qual a maioria do plasma caiu novamente sobre a estrela.