Arquivos Mensais: agosto 2013

Impressão 3D tem fracasso

Impressão 3D é a arte de transformar um protótipo em três dimensões arquivado no computador em um objeto real.No entanto, a técnica nem sempre sai como planejado. O entusiasta Richard Horne tem uma galeria de fotos no Flickr com imagens de suas tentativas fracassadas de impressões 3D.Além das imagens de Horne, esta galeria reúne também fotos que o artista e fã da técnica Fred Kahl fez de suas impressões que deram errado.Eles dizem que é técnica é muito promissora, mas por enquanto é muito frustrante.

“As pessoas não imaginam o tempo que pode demorar. E é muito frustrante quando a impressão dá errado cinco horas depois de ter começado”, diz Horne.

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Impressão 3D permite transformar um protótipo em 3D arquivado no computador em um objeto real. No entanto, a técnica nem sempre sai como planejado. O entusiasta Richard Horne tem uma galeria de fotos no Flickr com imagens de suas impressões 3D – incluindo esta, da Estátua da Liberdade. “Eu tive muito mais fracassos do que sucessos, não é tão fácil quanto parece”, diz Horn, que apelida o que deu errado de “massa plástica”.

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Ele diz que teve de abandonar a impressão da estátua de uma mulher guerreira após quatro horas. ” A cabeça de impressão não imprimiu corretamente parte da perna esquerda quando estava se aproximando da cintura”.

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Esta estátua era para ser a impressão 3D de um auto-retrato do artista e grande fã da técnica Fred Kahl. “A cabeça de impressão desalinhou e esse foi o resultado”, explicou Kahl.foto-imagem-impressao-3d

Horne transformou algumas de suas tentativas fracassadas de impressão 3D em obras de arte. “É uma técnica muito promissora, mas, por enquanto, fazer em casa é um pouco deprimente, porque é muito difícil”.

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Essas estátuas de Kahl não tinham chegado nem à metade, quando a impressão deu errado. “As pessoas não imaginam o quanto pode demorar. E é muito frustrante quando tudo dá errado cinco horas mais tarde”, diz Horne. foto-imagem-impressao-3d

Acima, três tentativas fracassadas de imprimir um recipiente cheio de detalhes. “Tudo deu errado três horas depois de começar a impressão. Toda vez que o plástico derretia, acabava se agarrando à cabeça da impressora”, explica Horne.

Pintura feita com a poluição

Arte feita de poluição : Fazer arte com o que há de mais tóxico. Essa é a proposta do artista e ambientalista John Sabraw.

Em colaboração com o engenheiro Guy Riefler, da Universidade de Ohio, ele desenvolve uma série de pinturas com pigmentos derivados de substâncias presentes na poluição gerada por minas de carvão desativadas.

O objetivo final é chamar a atenção para os problemas trazidos pela poluição.

foto-imagem-pinturaRiefler consegue controlar o nível dos metais na água subterrânea quando esta é coletada antes subir à superfície e ter contato com o ar. A técnica permite o uso de cores variadas e a extração de pigmentos que, quando secos, podem ser usados em pintura a óleo.

foto-imagem-pintura“Dezenas de camadas de cores diferentes misturadas com diferentes viscosidades são justapostas, sobrepostas e mescladas. São então coaguladas para interagir com o ar, a temperatura e a umidade do meio ambiente por dias, semanas e meses”, explica o artista.

foto-imagem-pintura“Essas explorações abstratas focam o fenômeno natural, o ecossistema terrestre como um todo e o nosso papel”, diz Sabraw, sobre a sua série Chroma.

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A mostra Luminous reúne as obras da série no Richard M. Ross Art Museum, da Universidade Wesleyan, do estado americano de Ohio. Até 6 de outubro.

Cores intensa de camaleão

A natureza é algo fantástico. É impressionante ver como a natureza pode se sustentar e ter um equilíbrio sem interferência do homem. Porém, o homem acaba interferindo bastante na natureza e com isso é comum vermos florestas desmatadas e animais  com um espaço cada vez mais reduzidos. Com isso, o que não faltam são animais ameaçados de extinção.

Um desses animais é o Camaleão. Esse animal, possui língua portátil, patas bem fortes e pode chegar a medir 60 cm. Sua alimentação tem como base insetos e outros pequenos invertebrados. Utiliza a língua como se fosse um laço para apanhar a sua presa, uma vez que consegue estender a quase um metro e em uma velocidade absurda.

Ao contrário do que se pensa, é um animal que se movimenta de maneira bem lenta.

Pelo mundo, existem cerca de 80 espécies de camaleão, sendo que a maiora se encontra na África e na Amazônia. O camaleão possui uma cor que varia conforme o seu habitat. Lembrando que a cor dele varia conforme a influcência de luz ou pelas sensações do próprio animail – quando sente fome, o mesmo pode mudar sua cor de marrom para preto.

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Trolltunga – Imagens de um precipício de 700 metros de altura no Lago Ringedalsvatenet, em Odda ( Noruega)

Chama-se Trolltunga (Língua do Troll). Trata-se de um precipício de 700 metros de altura sobre o Lago Ringedalsvatnet, em Odda (Noruega). A pedra inclinada vem atraindo recentemente aventureiros mais radicais de vários países. Tudo pela adrenalina de se sentar na extremidade da rocha e desafiar a vertigem. Nas primeiras três fotos, o turista tcheco Thomas Havel, de 18 anos, arrisca-se sentado com as pernas penduradas.foto-trolltunga-precipicio-lago-ringedalsvatenet-odda-noruega-imagem

 

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Artista japonesa vira fenômeno ao ‘levitar’ em fotos

Fotografia VoadoraEm seu blog, a artista japonesa Natsumi Hayashi conta que tem, há vários anos, uma grande obsessão: voar.

Para suprir essa “fixação”, ela começou a postar fotos de si mesma “levitando” no ar.

Via redes sociais, as imagens foram ganhando fama. Tanto que Natsumi foi convidada a expor suas fotos em uma galeria – a Spiral Garden – em Tóquio.

Sua primeira exposição individual no Japão, a mostra levava o nome do projeto em seu blog Today’s Levitation (“A levitação do dia”, em tradução livre).

A artista, de 31 anos, explica que as fotos não são manipuladas no computador. Ela pula diante da câmera até que a imagem capture o momento exato em que está “voando”.

“Às vezes, tenho de dar mais de 200 pulos para conseguir a foto ideal”, diz Hayashi, que conta com a ajuda de amigos para pressionar o botão da câmera.

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No site da galeria que abrigou sua exposição, ela explica sua obra: “Estou tentando me expressar como alguém livre da gravidade da Terra. Fazendo isso nas fotografias, eu também não me prendo a convenções da sociedade. Sinto-me como se não estivesse amarrada a tantas coisas e, assim, capaz de ser eu mesma.” Crédito: “Today’s Levitation” ©Natsumi Hayashi, courtesy MEM, Tokyo

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A exposição em uma galeria de Tóquio foi sua primeira individual no Japão e levava o nome do projeto em seu blog ‘Today’s Levitation’, ou “a levitação do dia”. Na mostra, suas fotografias são exibidas em grande escala e chegam a 9 metros de largura por 6 metros de altura. Crédito: “Today’s Levitation” ©Natsumi Hayashi, courtesy MEM, Tokyo

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A artista japonesa Natsumi Hayashi começou a tirar fotos de si mesma “levitando” para lidar com sua grande obsessão, que era voar. Crédito: “Today’s Levitation” ©Natsumi Hayashi, courtesy MEM, Tokyo

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Este ano, suas fotos já foram exibidas em Osaka, no Japão, e em algumas cidades americanas, como Los Angeles. Já as reproduções das fotos são vendidas em diversos museus e galerias do mundo. Crédito: “Today’s Levitation” ©Natsumi Hayashi, courtesy MEM, Tokyo

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A internet é a maior plataforma para seu trabalho. Além de postar as fotos em seu blog, ela as divulga no Facebook e no Twitter. Poucos meses após começar o projeto, suas fotos se tornaram extremamente populares na internet. Tanto que levaram muitos jovens a copiá-las e a postarem fotos suas também “levitando”.Crédito: “Today’s Levitation” ©Natsumi Hayashi, courtesy MEM, Tokyo

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“Comecei a tirar fotos minhas nas calçadas, pulando da plataforma do trem, deslizando em um restaurante ou suspensa no ar em um campo deserto”, conta Natsumi, que tem 31 anos. Crédito: “Today’s Levitation” ©Natsumi Hayashi, courtesy MEM, Tokyo

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Algumas das fotos vêm em pares e, nelas, a artista usa uma técnica para se obter uma imagem tridimensional. Como ela explica, é preciso olhar a imagem da direita com o olho esquerdo e a da esquerda com o olho direito. Crédito: “Today’s Levitation” ©Natsumi Hayashi, courtesy MEM, Tokyo

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Para tirar a foto, nada de manipulação no computador. Na verdade, seu processo consiste em ajustar a velocidade do obturador de sua câmera e, em seguida, ela começa a pular até conseguir a imagem que tem em mente. O que pode lhe custar até 200 pulos! Crédito: “Today’s Levitation” ©Natsumi Hayashi, courtesy MEM, Tokyo

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Nessa imagem, é preciso usar a mesma “técnica”, cujo objetivo é fazer com que o cérebro mescle as duas imagens, gerando uma sensação de que a foto é 3D. Crédito: “Today’s Levitation” ©Natsumi Hayashi, courtesy MEM, Tokyo

Veja imagens da Comic-Con 2013

COMIC-CON 2013 - A San Diego International Comic-Con  é a principal feira de cultura pop dos Estados Unidos, tendo se tornado, na última década, referência obrigatória para profissionais e amadores atuantes nos quadrinhos, séries de TV, videogames e cinema.O Omelete realiza, tradicionalmente, a maior cobertura do Brasil do evento! Acompanhe aqui todos os artigos da cobertura da Comic-Con 2013 - evento que acontecerá este ano entre 17 e 21 de julho.

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Foto do peixe-rocha-vermelho gigante pescado no Alasca

Foto-do-peixe-rocha-vermelho-gigante-pescado-no-alascaO americano Eric Christopher Otte, que mora em Wahoo, no estado de Nebraska (EUA), quebrou o recorde mundial ao fisgar um peixe-rocha-vermelho (Sebastes borealis) de 18,46 quilos durante pescaria em Cross Sound, no Alasca, no dia 22 de junho.

A marca foi reconhecida pela Associação Internacional de Pesca Esportiva (IGFA). Segundo a entidade, Otte superou por mais de dois quilos a antiga marca.

Como veríamos as cidades se as ondas de wi-fi estivessem à vista?

foto-imagem-wifi-ondasO wi-fi, rede sem fio que viabiliza conexão com a internet, é um campo de energia transmitido por ondas. O cientista e artista Nickolay Lamm se propôs a representá-las visualmente, simulando-as em pontos de Washington (EUA).

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Lamm colaborou com Browning Vogel, que trabalhou no centro investigativo Ames, na Nasa (agência espacial americana). “A distância entre as ondas do wi-fi é mais curta do que a das ondas de rádio e mais longa do que as micro-ondas. Por isso, não pode ser interrompida por outros sinais”, diz Vogel. A imagem acima mostra dados hipotéticos do wi-fi transmitidos sobre uma banda que se divide em diferentes subcanais representados pelas cores.

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As ondas do wi-fi aparecem acima como esferas multicoloridas. Segundo Vogel, os transmissores de wi-fi – ou roteadores – são como uma antena equipada com um protocolo de transmissão, que divide a banda de frequência em vários canais. Os dados podem ser transmitidos através de cada canal para enviar e receber dados a velocidades mais rápidas.

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Essas antenas tem um sinal omnidirecional, que se estende por diversas direções. As cristas das ondas de wi-fi se separam entre si por 3 a 5 centímetros, explica Vogel.

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Em Washington, há roteadores instalados em árvores, edifícios, postes de luz e outras estruturas. “Acho que não damos tanto valor a certas facetas da tecnologia e as usamos sem apreciar a ciência que as faz funcionar”, opina Lamm.

Ondas a vista

O wi-fi, rede sem-frio que viabiliza conexão com a internet, é um campo de energia transmitido por ondas. O cientista e artista Nickolay Lamm se propôs a representá-las visualmente, simulando-as em pontos de Washington, capital dos EUA.

Lá, há roteadores instalados em árvores, edifícios, postes de luz e outras estruturas.

“Acho que não damos tanto valor a certas facetas da tecnologia e as usamos sem apreciar a ciência que as faz funcionar”, opina Lamm.

Fotos de crateras da terra – Imagens de cinco profundas depressões que formam lindas paisagens no mundo

Nosso planeta é coberto por buracos tão fundos e grandes que podem ser vistos até do espaço. Alguns foram causados pela queda de meteoritos e cometas e muitos outros pela exploração de diamantes e metais preciosos. Veja exemplos impressionantes destas “cicatrizes” deixadas na Terra.foto-cratera-na-terra-mina-grasberg-indonesia-imagem

Mina Grasberg, Indonésia

É a maior mina de ouro do mundo e a terceira maior de cobre. Construída em 1963 por 175 milhões de dólares, funciona até hoje e emprega 19.500 funcionários. São dois buracos, o maior deles com 8 km² e 480 metros de profundidade.

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Mina Mir, Rússia

Muitos diamantes saíram da quarta maior mina do mundo, hoje inativa, localizada no leste da Sibéria. Ela tem 525 metros de profundidade e diâmetro de 1,2 quilômetro. Foi a primeira e maior mina da União Soviética e funcionou por 44 anos, até 2001. A partir dos anos 1990, foi operada pela empresa exploradora Sakha, que tinha lucros de 600 milhões de dólares por ano. A cratera é tão grande que o espaço aéreo acima é fechado, pois helicópteros podem ser sugados por correntes de ar.

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Cratera Pingualuit, Canadá

Na língua inuktitut, significa “onde a terra se eleva”. Isso porque a região fica a 160 metros acima da tundra ao redor. O buraco tem 3,4 quilômetros de diâmetro e 400 metros de profundidade. Foi formado pela queda de um meteorito ou cometa há cerca de 1,4 milhão de anos. Um lago preenche a depressão. Ele é um dos mais profundos da América do Norte, com 267 metros. Sua água é considerada uma das mais puras do mundo, devido à sua transparência: é possível enxergar a até 35 metros.

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Mina Ekati, Canadá

Composta por seis buracos, esta mina produziu, entre 1998 e 2009, 40 milhões de quilates de diamantes. Hoje o minério da superfície foi esgotado, mas escavações subterrâneas continuam a retirar cerca de 7,5 milhões de quilates por ano.

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The Big Hole, África do Sul

A cidade de Kimberley é o lar da De Beers, uma das maiores empresas de mineração e comércio de diamantes do mundo, e é considerada a capital das pedras preciosas. A cratera é o resultado do trabalho de 30 mil homens em 1871, quando o primeiro exemplar foi encontrado. Rapidamente, o buraco alcançou 300 metros de diâmetro e 1,1 quilômetro de profundidade. 14.5 milhões de quilates foram encontrados lá, incluindo o famoso Cullinan, de 3,1 mil quilates, aproximadamente 621 gramas.

Fotos de vida selvagem

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O evento WildPhotos reúne por dois dias em Londres os melhores fotógrafos de vida selvagem e natureza na Royal Geographical Society. Acima, a foto de David Tipling mostra uma coruja em Bharatpur, na Índia. Todas as fotos cortesia de WildPhotos.

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Acima, Michael Nichols, da ‘National Geographic’ conseguiu registrar um elefante recém-nascido sendo ensinado a usar a tromba pela mãe no Parque Nacional do Serengueti.

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Grzegorz Lesniewski conseguiu uma imagem muito próxima deste camundongo enquanto ele investigava uma flor vermelha em uma plantação.

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Na foto acima, um urso negro procura por caranguejos na margem de um rio. Imagem de Bertie Gregory.

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Na imagem acima, um papagaio-do-mar com o sol ao fundo, na foto do britânico Danny Green, que passou oito anos documentando a vida selvagem e as paisagens das regiões árticas e subárticas do norte da Europa.