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Fotos e imagens do pôr-do-sol pelo mundo – Fotógrafo é Paul Reiffer

foto-paul-reifferAlgumas pessoas viajam pelo mundo apenas por prazer, enquanto outras buscam um objetivo ao realizar sua viagem. O fotógrafo e ex-modelo Paul Reiffer, de 35 anos, definitivamente pertence a este último grupo. Paul percorre o mundo capturando fotografias incríveis do nascer e pôr-do-sol em meio a alguns dos mais icônicos cenários de cada cidade.

Sua companheira de viagem foi uma câmera Phase One de 80 megapixels, que custou a bagatela de £30 mil. Quem vê as imagens na tela não consegue imaginar que cada fotografia pode levar dias ou até mesmo horas de planejamento, enquanto o fotógrafo procura os melhores ângulos para capturar a paisagem. E, apesar de tanto planejamento, Paul precisa colocar a ideia em prática em poucos minutos, antes que o sol se ponha – ou que o dia raie.

O fotógrafo acrescenta que gasta em torno de £ 5 a 6 mil para realizar cada foto, incluindo os gastos com a viagem. “Há uma foto que eu estou tentando fazer há cerca de 10 anos, que é da Ponte Golden Gate saindo para fora do nevoeiro ao amanhecer. Já estive lá 40 ou 50 vezes“, conta ele, que seguiu carreira como modelo até decidir que seu lugar era realmente atrás das lentes.

Confira só algumas imagens clicadas por ele:

Sydney Opera House, Sydney, Austrália

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Região Guangxi Zhuang, China

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Arizona, Estados Unidos

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Empire State Building, Nova Iorque, Estados Unidos

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Bay Bridge, São Francisco, Estados Unidos

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Veneza, Itália

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Tokyo Tower, Tóquio, Japão

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Lago Tahoe, Califórnia, Estados Unidos

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Califórnia, Estados Unidos

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Cidade Proibida, Pequim, China

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Lyme Regis, Inglaterra

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Portland, Inglaterra

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Sydney, Austrália

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Huvafen Fushi, Maldivas

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Otago, Nova Zelândia

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Sol e Lua de Halo

foto-imagem-sou-e-luaDuas imagens capturadas em 1 de Abril são combinadas neste dia criativo e noite compósito. Separados no tempo por cerca de 10 horas as imagens de outra forma combinar, olhando ao longo da costa em Östersund Suécia. Os tempos relativos foram escolhidos para mostrar o Sol e uma Lua quase cheia no mesmo lugar no céu primavera frio, cedo. Na cena da noite Jupiter também brilha acima das luzes waterfront, enquanto Sol e da Lua são ambos cercada por um belo gelo circular halo. Os halos Sol e Lua se alinham realmente, cada um com um raio angular de 22 graus. Que raio é uma constante, não determinado pelo brilho do Sol ou da Lua, mas unicamente pela geometria hexagonal de cristais de gelo na atmosfera e da reflexão e refração da luz. É claro que amanhã, 04 de abril, vai encontrar o Sol ea Lua em lados opostos do planeta Terra para um eclipse lunar total.

Ausência de luar deverá favorecer condições de visualização da chuva anual de meteoros Perseidas; esperam-se até 100 meteoros por hora no ápice.

foto-imagem-chuva-de-meteorosObservadores do espaço apostam em um belo espetáculo quando uma das mais famosas chuvas anuais de meteoros atingir seu ápice nesta quarta-feira (12).

Pela primeira vez desde 2007, a chuva das Perseidas irá coincidir com a ausência de luar – o que favorece as condições de observação.

A expectativa é uma taxa de 100 meteoros por hora no pico da chuva.

As Perseidas são pedaços do cometa Swift-Tuttle; todo ano, em agosto, a Terra cruza a órbita do cometa e a nuvem de detritos deixada pelo astro.

Essas partículas de gelo e poeira (que vão do tamanho de um grão de areia ao de uma ervilha) entram na nossa atmosfera a cerca de 60 km por segundo.

Nesse caminho, elas esquentam o ar ao redor, causando o feixe de luz característico que pode ser visto da superfície.

Desde o solo, os meteoros parecem partir de um único ponto, chamado radiante. No caso das Perseidas, esse ponto fica na constelação de Perseu, daí o nome.

A chuva de meteoros pode ser vista todo ano de 17 de julho a 24 de agosto, aproximadamente.

As melhores oportunidades de visualização ocorrem no hemisfério Norte, mas as estrelas cadentes também podem ser vistas no hemisfério Sul – no Brasil, as regiões mais ao norte possuem melhores condições de observação.

Para a maioria das pessoas, a visualização a olho nu é a melhor opção. Observadores de meteoros aconselham buscar um local escuro, longe de luzes artificiais, e uma vista desobstruída do céu.

Aconselha-se ainda o uso de cadeiras reclináveis e cobertores para observar o céu em conforto.

A ilusão de ótica destas fotos vai confundir o seu cérebro

Conheça o trabalho do fotógrafo sueco Erik Johansson que vive e trabalha em Berlim. Erik se destacou profissionalmente graças as suas incríveis fotografiascom ilusão de ótica, que mostram cenas do cotidiano.Parte do seu trabalho consiste na manipulação e combinação de imagens com diferentes e criativos ângulos. Logo abaixo você confere algumas de suas obras que vai certamente confundir a sua mente. Visite o site e as redes sociais do fotógrafo.foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica foto-imagem-ilusao-de-otica

Black-Hat Dancer

foto-imagem-mongeUm monge faz uma pausa para respirar antes de dançar para a multidão no Black-Necked guindaste Festival anual no centro de Bhutan. O festival celebra “a migração auspicioso do guindaste de pescoço preto em extinção do Tibete para Butão nos meses de inverno”, escreve seu membro tiro Vincent Roazzi, que capturou o monge antes do baile black-hat tradicional no Mosteiro Gangtey. “Eu tentei encontrar uma perspectiva única sobre as danças festival, indo atrás das cenas e se aventurar no interior Gangtey Mosteiro, onde encontrei os monges que se preparam figurinos intricados para danças de máscaras”, escreve ele.

Artista britânico Adrian Gray, cria esculturas com pedras

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Quando o britânico Adrian Gray, de 54 anos, ficou doente, ele criou uma forma inusitada de terapia.

“Passava horas passeando pela praia e equilibrando rochas”, conta ele.

Hoje, com uma técnica aperfeiçoada ao longo de “milhares de horas”, ele transformou este hobby em arte.

Gray cria esculturas inusitadas que desafiam a gravidade ao sobrepôr pedras que se mantêm de pé graças a um fino equilíbrio.

“Quero deixar as pessoas boquiabertas com minhas obras”, afirma.

Desafio único

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Seus mais recentes trabalhos foram feitos ao longo de um mês na Ilha de Man, no Reino Unido, e registrados pelo fotógrafo Mikael Buck.

O governo da ilha o contratou depois de sua arte ser tema de um programa de televisão.

“Nossa ilha tem locais muito bonitos, e queríamos chamar atenção para eles de uma forma nova e diferente”, diz a chefe do departamento de turismo local, Angela Byrne.

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Gray explica que cada escultura representa um desafio único que demanda entender “a distribuição de peso, o formato e a interação particulares de cada rocha”.

Por motivos de segurança, todas as esculturas criadas por ele na Ilha de Man foram removidas após serem fotografadas.

A exceção foi uma transformada em uma obra permanente no parque Curraghs Wildlife, no norte da illha.

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Os melhores cinemas de Hollywood

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The American Cinematheque at the Egyptian Theatre, Los Angeles, California

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The Crest, Westwood V, Los Angeles, California, 2014

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The Fours Stars, II, San Francisco, California, 2014

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The Orinda Theatre, II, Oakland, California, 2014

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The TLC Chinese Theatre, I, Los Angeles, California, 2014

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The Crest, Westwood, Lobby, Los Angeles, California, 2014

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The Paramount Theatre, VII, Oakland, California, 2014

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Take The Magic, With You, The Alameda Theater, California, 2014

Obras de arte de rua 3D impressionante.

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Imagens deslumbrantes da antártica

“Com base no Chile por quase seis anos, tinha sido sempre o meu objetivo de torná-lo até a ponta sul do continente, e mais além. Eu pensei que depois de fotografar geleiras na Argentina, Peru e Chile eu sabia o que esperar, mas nada pode prepará-lo para a beleza e magnitude colossal da Antártica.

“Uma jornada de dois dias a partir de Ushuaia sobre a Passagem de Drake, um dos canais mais duras do mundo, é recompensado pela visão de passar icebergs, Albatroz e baleias jubarte.”

“Cerca de 90 por cento do gelo do planeta é encontrada na Antártida e é, em média, cerca de uma milha de espessura. É este gelo em todas as suas formações, de icebergs recentemente esculpidas a translúcido, resistido blocos e superfície do oceano a panqueca-fino, que realmente diferencia este hostil e natureza intocada além. Em um estado de mudança constante, através do vento e do movimento dos mares, o gelo da Antártida está sempre mudando, o que torna a apenas que está na plataforma de uma experiência fascinante. ”

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Vida das árvores

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